Quando um mesmo guarda-chuva abriga identidades distintas: lições práticas sobre curadoria, ponto de venda e cocriação com creators

No painel Multibranding na Prática ficou claro que gerir portfólio não é replicar uma mesma peça para várias marcas; é entender camadas de essência, territórios e públicos, e traduzir isso em ações relevantes para cada comunidade.

Essência como bússola
Antes de qualquer ativação, as marcas precisam ancorar decisões na essência corporativa. Essa base permite que uma empresa fale com públicos distintos sem perder coerência, definindo limites e oportunidades para cada marca do portfólio.

Creators que conectam gôndola e feed
Creators bem escolhidos ajudam a tangibilizar a proposta no ponto de venda e a construir jornadas de compra. Trazer influenciadores para viver a experiência no PDV gera insights práticos e aproxima storytelling de comportamento real do consumidor.

Escala com curadoria e dados
Escalar não significa automatizar a escolha de perfis. Ferramentas ajudam, mas curadoria humana, hipóteses editoriais e indicadores de afinidade são essenciais para transformar alcance em resultado mensurável.

Riscos e governança
Multibranding demanda regras claras: background check, alinhamento de tom e cláusulas contratuais evitam que a presença de um creator beneficie uma marca e prejudique outra do mesmo grupo.

Multibranding funciona quando cada marca recebe estratégia própria, feita com curadoria, presença no PDV e parceria real com creators — não quando é tratada como ilustração de campanha corporativa.